O PREÇO DA INTOLERÂNCIA POLÍTICA

Por Coronel Wagner
Vivemos em uma sociedade onde valores parecem estar de cabeça para baixo: o certo se torna errado e o errado é relativizado. Aonde foi que erramos?
As redes sociais, que poderiam ser espaço de debates construtivos, têm se tornado palco para futilidades e manipulações. A geração atual, marcada pelo vitimismo e pelo coitadismo, reflete um grave analfabetismo cultural e social. Isso em um país majoritariamente cristão, onde se esperaria a prevalência de princípios sólidos de moralidade, respeito e justiça.
O problema se agrava quando instituições de ensino — escolas e universidades — passam a moldar jovens dentro de uma lógica que distorce conceitos fundamentais, separando cristãos de sua própria fé, e plantando as sementes de uma ideologia que insiste em dividir e destruir.
Essa é a face mais cruel da esquerda radical: a mentira, a manipulação e a intolerância contra todos que se opõem ao seu projeto de poder. Exemplos recentes demonstram como essa intolerância não é apenas retórica, mas violenta e concreta.
Nos Estados Unidos, o assassinato de Charlie Kirk escancarou a brutalidade que o discurso político radical pode produzir. No Brasil, a tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro em 2018 é outro marco desse ódio sem limites — um ataque covarde contra um candidato que representava justamente os valores conservadores da família, da fé e da pátria.
Esses episódios mostram que o extremismo de esquerda não busca diálogo, mas silenciamento pela força. E é por isso que nós, conservadores, precisamos nos posicionar de forma clara e firme. Não podemos permitir que a política continue sendo guiada por aqueles que agem como gafanhotos, destruindo tudo o que gerações de brasileiros trabalhadores, cristãos e patriotas construíram com suor e dedicação.
O despertar já começou. Empresários, por exemplo, têm se mobilizado contra a contratação de indivíduos que defendem pautas de ódio da esquerda. Trata-se de um movimento legítimo de proteção a ambientes produtivos e saudáveis, alinhados a valores de mérito, família e civismo.
A grande batalha, no entanto, será em 2026. Não podemos nos deixar enganar por campanhas publicitárias sofisticadas ou por marqueteiros políticos que tentam mascarar a realidade. O voto precisa ser consciente, depositado em candidatos com histórico comprovado de conservadorismo, empreendedorismo e amor pelo Brasil.
O futuro do nosso país depende de escolhas firmes. Que possamos, juntos, resgatar o Brasil que a esquerda tenta destruir, e que nunca percamos de vista os valores de Deus, da família e da liberdade.
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Jornalista, Gestor Público, Especialista em planejamento e gestão estratégica e atua como empresário na área de comunicação, publicidade e marketing político.






